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| 26/01/2010 |
SEcos e molhados
Esse post começa com inspiração do Inagaki que, no Twitter, disse que ainda não tinha atualizado o blog dele este ano. Fui conferir e o mesmo se dava aqui, sem atualização há mais de mês. Então, vamos a uns secos e molhados, talvez mais molhados por causa dessa chuva... 1) Astro boy é um bom filme. Interessante ver que existem desenhos animados bonitos e inteligentes fora do circuito Disney-Pixar. O personagem central é fofo e colheu aplausos no final da sessão das 13 horas ontem, no Bourbon Pompéia. 2) Uma semana no Club Med Itaparica foi melhor do que imaginei. Aquilo, evidentemente, é um spa de engorda e acho que consegui voltar sem gramas extras na pança, mas isso demandou muito suor no transport. 3) Na volta de Salvador o avião, praticamente lotado, como era de imaginar, ficou aguardando sequenciamento de aeronaves na vertical de Campos/RJ. Assim, o que deveria demorar duas horas, duas e quinze, demorou quase três. Na chegada a SP, quatro voos da Gol vindos do Nordeste fizeram um belo rush na esteira de bagagens de Guarulhos. É esse o principal aeroporto do país para uma Copa do Mundo e uma Olímpiada. Estamos bem encrencados. 4) O filme português Dot.com é muito fofo. Os personagens estão bem entrosados, o clima de fofoca é enorme e a história é bem divertida. Vale a pena.
Escrito por Tadeu Zanoni às 15h43
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| 22/12/2009 |
Essa veio do Mozar
- Padre, perdoa-me porque pequei (voz feminina). - Diga-me filha - quais são os teus pecados? - Padre, o demônio da tentação se apoderou de mim, pobre pecadora - Como é isso filha? - É que quando falo com um homem, tenho sensações no corpo que não saberias descrever... - Filha, apesar de padre, eu também sou um homem... - Sim, padre, por isso vim confessar-me contigo. - Bem filha, como são essas sensações? - Não sei bem como explicá-las - neste momento meu corpo se recusa a ficar de joelhos e necessito ficar mais a vontade. - Sério?? - Sim, desejo relaxar - o melhor seria deitar-me... - Filha, deitada como? - De costas para o piso, até que passe a tensão... - E que mais? - É como um sofrimento que não encontro palavras. - Continue minha filha. - Talvez um pouco de calor me alivie... - Calor? - Calor padre, calor humano, que leve alívio ao meu padecer... - E com que freqüência é essa tentação? - Permanente padre. Por exemplo, neste momento imagino que suas mãos massageando a minha pele me dariam muito alívio... - Filha?! - Sim padre, me perdoa, mas sinto necessidade de que alguém forte me estreite em seus braços e me dê o alívio de que necessito... - Por exemplo, eu? - Sim padre, você é a categoria de homem que imagino poder me aliviar. - Perdoa-me minha filha, mas preciso saber tua idade... - Setenta e quatro, padre. - Filha, vai em paz que o teu problema é reumatismo...
Escrito por Tadeu Zanoni às 11h23
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| 15/12/2009 |
E esse ato falho?
Freud explica, com certeza. http://www.youtube.com/watch?v=I71-0eEBq1E&feature=player_embedded
Escrito por Tadeu Zanoni às 19h57
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Indicação de leitura
Já comprei e li o Super Freakonomics. Excelente e vou dar um de presente para o André.
Escrito por Tadeu Zanoni às 19h52
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Do You Tube
Alguns dos meus favoritos: http://www.youtube.com/watch?v=igECy-Cec2M http://www.youtube.com/watch?v=PzpWKAGvGdA E alguns recentes: http://www.youtube.com/watch?v=zZygpkuqFeA http://www.youtube.com/watch?v=elYWlLOlAuc (apesar de ser parte 2, é a que interessa; a parte 1 é perda de tempo e não é entrevista com o Ministro)
Escrito por Tadeu Zanoni às 19h43
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Nota fiscal paulista
Quando esse programa foi criado eu logo me cadastrei. Agora, vejo um resultado pífio. Será por causa da substituição tributária? Os comerciantes não recolhem mais o ICMS e, assim, nada é revertido para nós? Não sei, mas somente um certo hábito faz com que eu continue pedindo nota fiscal com o CPF.Tem também o sorteio, mas está cada vez mais duro ganhar dez reais. A sensação é de...engodo.
Escrito por Tadeu Zanoni às 19h39
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| 02/12/2009 |
Atualizando
Em continuação ao post abaixo, devo acrescentar que não mandei a carta. Valeu como exercício de desabafo. Consegui falar com o médico na segunda-feira. Depois de uns cinco minutos me ouvindo ele disse que vai ver o que dá para fazer e tentar encaixar semana que vem.
Escrito por Tadeu Zanoni às 11h40
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| 26/11/2009 |
Consultório médico
Desconfiando do horário que tinha marcado para o médico semana que vem, liguei no consultório dele. Bingo! tinha compromisso e cancelei a consulta. Pedi nova data. A atendente me diz, impaciente, que só em fevereiro, ou uma lista de encaixe com mais de cem pessoas para este ano! Já escrevi uma carta para ele e estou pensando em acrescentar: bye, doctor, vou procurar outro.
Escrito por Tadeu Zanoni às 16h23
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Essa veio da Lili
Cachorro VELHO Uma velha senhora foi para um safari na África e levou seu velho cão vira-lata com ela. Um dia, caçando borboletas, o velho cão, de repente, deu-se conta de que estava perdido. Vagando a esmo, procurando o caminho de volta, o velho cão percebe que um jovem leopardo o viu e caminha em sua direção, com intenção de conseguir um bom almoço ... O cachorro velho pensa: -'Oh, oh! Estou mesmo enrascado ! Olhou à volta e viu ossos espalhados no chão por perto. Em vez de apavorar-se mais ainda, o velho cão ajeita-se junto ao osso mais próximo, e começa a roê-lo, dando as costas ao predador ... Quando o leopardo estava a ponto de dar o bote, o velho cachorro exclama bem alto: -Cara, este leopardo estava delicioso ! Será que há outros por aí ? Ouvindo isso, o jovem leopardo, com um arrepio de terror, suspende seu ataque, já quase começado, e se esgueira na direção das árvores. -Caramba! pensa o leopardo, essa foi por pouco ! O velho vira-lata quase me pega! Um macaco, numa árvore ali perto, viu toda a cena e logo imaginou como fazer bom uso do que vira: em troca de proteção para si, informaria ao predador que o vira-lata não havia comido leopardo algum.. . E assim foi, rápido, em direção ao leopardo. Mas o velho cachorro o vê correndo na direção do predador em grande velocidade, e pensa : -Aí tem coisa! O macaco logo alcança o felino, cochicha-lhe o que interessa e faz um acordo com o leopardo.O jovem leopardo fica furioso por ter sido feito de bobo, e diz: -'Aí, macaco! Suba nas minhas costas para você ver o que acontece com aquele cachorro abusado!' Agora, o velho cachorro vê um leopardo furioso, vindo em sua direção, com um macaco nas costas, e pensa: -E agora, o que é que eu posso fazer ?
Mas, em vez de correr (sabe que suas pernas doloridas não o levariam longe...) o cachorro senta, mais uma vez dando costas aos agressores, e fazendo de conta que ainda não os viu, e quando estavam perto o bastante para ouvi-lo, o velho cão diz : -'Cadê o filha da puta daquele macaco? Tô morrendo de fome! Ele disse que ia trazer outro leopardo para mim e não chega nunca! ' Moral da história: não mexa com cachorro velho... idade e habilidade se sobrepõem à juventude e intriga. Sabedoria só vem com idade e experiência.
Escrito por Tadeu Zanoni às 16h17
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| 18/11/2009 |
Barbara Gancia sobre Erundina
16 de Novembro de 2009 Leio na “Veja” a entrevista com a deputada Luiza Erundina (PSB-SP), condenada a ressarcir a prefeitura de São Paulo em R$ 350 mil por ter usado recursos oficiais para publicar um anúncio qualquer em sua gestão. O pessoal tá de brincadeira, não é mesmo? Conheço bem o caráter da ex-prefeita de São Paulo e tenho por ela um carinho muito especial, que gostaria de compartilhar com os leitores deste mocó. Confesso que não vi a eleição de Erundina para prefeita com bons olhos. O que sabia dela, até então, é que ela era adepta de um tipo de militância que considerava legítimo exercer pressão política queimando ônibus e depredando propriedade pública. Mas, assim que ela entrou na prefeitura, comecei a rever o conceito que fazia dela. Dias depois da posse de Erundina, meu pai, Piero Gancia, que na época era presidente da CBA (Confederação Brasileira de Automobilismo), recebeu a notícia de que Bernie Ecclestone havia cancelado o GP do Brasil de Fórmula 1, no circuito de Jacarepaguá, no Rio, porque não estava disposto a pagar o “pedágio” exigido pela prefeitura carioca. Sem possibilidade de fazer a corrida no Rio, Piero foi obrigado a se virar para arrumar outro autódromo, caso contrário o Brasil perderia a sua corrida. Ele pediu uma audiência com a prefeita e explicou a gravidade da situação. Para sua surpresa, Erundina teve a sensibilidade de entender de cara o que um evento desse porte significaria para São Paulo e meu pai saiu de seu gabinete com a promessa de que ela faria o que fosse possível para trazer a corrida para Interlagos. A pista não estava em condições de receber o Grande Prêmio e Erundina acabou montando uma operação em parceria com a Shell, na qual disponibilizaria terrenos da prefeitura (em regime de comodato) a serem ocupados por postos de gasolina em troca de recursos para a reforma do autódromo. O mesmo tipo de acordo foi selado com a Sopave, empresa de coleta de lixo, o que anos depois gerou um escandaloso processo por parte da oposição, que tentou explorar a reforma da pista para ganho político. Noto que a prefeita acabou sendo inocentada pela Justiça e que meu pai testemunhou a seu favor. A reforma foi concluída a toque de caixa e o GP voltou para São Paulo, onde permanece até hoje gerando recursos para os cofres públicos. Trata-se do evento que mais dinheiro traz para a cidade no ano todo e que faz com que São Paulo seja a mais importante destinação turística da América do Sul. Tem mais: desde a gestão de Erunda, nenhum prefeito (pouco importa o matiz ou partido) sequer contemplou a possibilidade de perder o GP para outras praças.
Ao longo da execução da obra, a parceria entre a CBA e a prefeitura acabou gerando uma relação de respeito mútuo entre meu pai e a prefeita. Depois de o projeto concluído, Erundina confessou ao meu pai que ele havia sido o primeiro empresário que ela conhecera de perto e que isso a fizera mudar de ideia sobre a classe empresarial. Não meço palavras para dizer que meu pai é um príncipe, sujeito corretíssimo, e que o fato de que Erundina valorizou a sua amizade com ele para mim diz muito sobre seu caráter. Embora se tratem por “senhor” e “senhora” até hoje, os dois acabaram ficando muito amigos. Vira e mexe, ela liga lá em casa para saber do estado de saúde do meu velho, que está acamado há algum tempo com uma doença incurável. Só tenho coisas boas para dizer sobre Luiza Erundina. Votei nela de lá para cá em todas as eleições que ela concorreu e nunca me arrependi. Talvez, ao longo de seu governo, a prefeita possa ter cometido erros. Mas estou certa de que nunca foi responsável por qualquer improbidade com o nosso dinheiro. Vou tentar falar com ela ao longo da semana e me colocar à disposição para ajudá-la no que for a superar esse castigo completamente desproporcional que caiu sob suas costas. Comente (31)
Escrito por Tadeu Zanoni às 18h40
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| 09/11/2009 |
Faixas nas ruas
Destaco a matéria da Vejinha falando da sinalização de solo, de pista, quase apagada em muitas vias da cidade de São Paulo. Até que enfim um órgão da grande imprensa tocou nesse tema. Outro dia reclamei da sinalização de solo apagada em algumas vias perto de casa. Fui numa carta para o Estadão. A Prefeitura informou que tinha pintado. Estou até hoje para tirar fotos da sinalização apagada em rua de mão dupla e estreita. Mas o problema acontece também em muitas outras vias. Outro dia o Andrea Mattarazo escreveu no Twitter que aquelas faixas brancas nas guias eram "sujeira" e que a cidade sai ganhando com o seu fim. Discordo. A prefeitura precisa também pintar faixas amarelas para sinalizar que o estacionamento é proibido. No meu bairro, que era residencial e está ficando totalmente comercial, até as quinas das esquinas estão sendo ocupadas. Isso não pode. Mas a CET aparece para multar? Nem em sonho. Sou juiz de Direito. Vejo o CNJ falando e mandando em tudo o que aparece no Judiciário. Que falta faz um CNJ para a Prefeitura...
Escrito por Tadeu Zanoni às 13h12
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Oposição
Conversando com meu pai neste final de semana ele mostrava seu inconformismo com o fato do Lula não ter melhorado a situação dos aposentados que ganham mais que um salário mínimo, caso dele. Para os que ganham um salário somente a situação vem melhorando consideravelmente, eis que os reajustes são sempre em cifras superiores à inflação. Aí eu falei para o meu pai que, por outro lado, a oposição não tem o que dizer. Se for dizer, se for sincera, seria: A situação está ruim, mas conosco piora. Afinal de contas, a oposição ao Lula chegou bem perto de promover o fim total das aposentadorias acima do mínimo (algo como o modelo chileno). Era o sonho dourado do tucanato. Talvez continue sendo, mas bem lá no fundo. Então, a oposição chora, mas o que eles podem dizer de bom na área social, na ampliação das garantias sociais? Nada ou quase nada. Por isso que ficam com tanto medo de uma candidata escorada no presidente da República com mais de 80% de aprovação.
Escrito por Tadeu Zanoni às 13h04
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| 19/10/2009 |
Do blog do Ancelmo Góis
País do telegolpe Quinta, um diretor da Globosat recebeu uma ligação de um telegolpista. Deu-se o diálogo: — Alô! A Telemar e a TV Globo sortearam o senhor para um prêmio! — Meu amigo, a Telemar mudou de nome faz tempo... Agora é Oi. E a Globo não faz esse tipo de promoção. — Ah, o senhor acha? — Não acho. Eu sei. Vai procurar outro otário...
Escrito por Tadeu Zanoni às 18h06
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| 02/10/2009 |
Padrinhos
Com a indicação do Toffoli para o STF eu fui ver algumas fotos antigas que tinha em casa. Estavam até separadas somente numa caixa de coisas antigas minhas. Um dos álbuns era de fotos do meu casamento. A Denise e o Toffoli foram meus padrinhos. Eles não eram casados à época, então deu para colocar os dois, grandes amigos, grandes influências. Esta semana, por conta da sabatina do Toffoli, acabei pensando muito nele. Vi quase toda a sabatina dele. Mas um lado meu lembra da Denise. Na faculdade ela era uma grande pessoa. Popular, simpática, inteligente, dedicada, cheia de planos. No segundoanos ficamos mais próximos. Disputamos eleição para a representação discente na mesma chapa. Eu fui para o Departamento de Direito do Trabalho. Ela foi para Penal. No terceiro ano fomos trabalhar no mesmo local, o 1o TAC - Tribunal de Alçada Civil. No começo, ficamos até na mesma sala. Depois ela foi mandada para outra sala. Eu fique na Entrada de Autos, terceiro andar. Ela ficou na Distribuição de Autos, segundo andar. A minha sala não tinha expediente ao público. A dela tinha. Isso causava muita indignação nela. Na minha sala, findo o trabalho, era possível ler, estudar. Na dela, nem pensar. Depois, não lembro se nesse mesmo ano, ela foi ser assistente de um juiz do TACRIM. Não ficou muito tempo lá, diferenças de pensamento. Voltou para a distribuição. Depois, passou em outro concurso e foi ser oficial de Justiça. Era o que fazia quando passou no concurso do MP. Já no último ano de faculdade a depressão começou a aparecer. Na época eu nem sabia o que era isso. Aliás, ela pensava que era isso, mas era outra coisa. Infelizmente, com o passar dos anos, tudo foi piorando. Até que veio o fim, com sua morte em 2002. Este ano completamos 20 anos de formatura. Dia 07 de novembro temos festa. No dia 13 de maio deste ano eu lembrei do programa que fizemos em 13 de maio de 1989, o comício do Lula em S. Bernardo do Campo. Fomos no carro dela. Depois comemos pizza.
Escrito por Tadeu Zanoni às 17h14
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| 25/09/2009 |
De mineiro
O EMPRESÁRIO E O MINEIRIM: Num certo dia, um empresário viajava pelo interior de Minas. Ao ver um peão tocando umas vacas, parou para lhe fazer algumas perguntas: - Voce poderia me dar umas informações? - Claro, sô! - Essas vacas dão muito leite? - Qual que o senhor quer saber: as maiáda ou as marrom? - Pode ser as malhadas.. - Dá uns 12 litro por dia! - E as marrons? - Tamém uns 12 litro por dia! O empresário pensou um pouco e logo tornou a perguntar: - Elas comem o quê? - Qual? As maiáda ou as marrom? - Sei lá, pode ser as marrons! - As marrom come pasto e sal. - Hum! E as malhadas? - Tamém come pasto e sal! O empresário, sem conseguir esconder a irritação: - Escuta aqui, meu amigo! Por quê toda vez que eu te pergunto alguma coisa sobre as vacas você me diz se quero saber das malhadas ou das marrons, sendo que é tudo a mesma resposta? E o matuto responde: - É que as maiáda são minha! - E as marrons? - Tamém! ______________________________ Dois cumpadres de Varginha tavam bem sossegadim fumando seus respectivos cigarrim de paia e proseano...... Conversa vai, conversa vem, eis que a certa altura um deles pergunta pro outro: - Cumpadre, u quê quiocê acha desse negoço de nudez? - No que o outro respondeu: - Acho bão, sô! O outro ficou assim, pensativo, meditativo...e perguntou de novo: - Ocê acha bão purcaus diquê, cumpadre? E o outro: - Uai! É mió nudês do que nunosso, né mesmo? ____________________________________________________________ SUTILEZA MINEIRA:
O cumpadi, há muito tempo de olho na cumadi, aproveitô a ausência do cumpadi e resolveu fazer uma visitinha para ver se ela não carecia de arguma coisa... Chegando lá, os dois meio sem jeito, não estavam acostumados a ficar a sós....falaram sobre o tempo.... - Será qui chove? - Pois é..... Ficô um grande silêncio..... Aí, o cumpadi se enche de corage e resorve quebrá o gelo: - Cumadi....qui qui ocê acha: trepemo ou tomemo um café? - Ah, cumpadi...cê mi pegô sem pó..... ________________________________________________________________ CUNVERSA DE MINEIRIM: - Cumpadi, muié é bicho estranho, num é mêsss??? - Num gosta di pescá..... - Num gosta di futebor... - Num sabi contá piada.... - Num toma umas pinguinha.... - Óia, cumpadi....si num tivesse aquele trem que nois gosta, eu nem cumprimentava!
Escrito por Tadeu Zanoni às 21h19
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BRASIL, Sudeste, SAO PAULO, Homem, de 36 a 45 anos, Portuguese, English, Cinema e vídeo, Bebidas e vinhos, Caminhadas
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